A mostra O Mundo de Tim Burton entra nas últimas semanas de exibição no MIS (Museu da Imagem e do Som), com final dia 5 de junho. Quem visitar o museu nesta reta final, pagará mais barato pelo ingresso do que no início - o valor atual é de R$ 12 (inteira) ou R$ 6 (meia), à venda somente na bilheteria, para o mesmo dia.
Nas terças-feiras, a entrada é gratuita, com retirada de senha na recepção.
Para mais informações: (11) 2117 4777 e www.mis-sp.org.br
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domingo, 22 de maio de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Exposição 'O Mundo de Tim Burton' pode ir para o Rio de Janeiro
De acordo com a coluna de Lauro Jardim/O Globo, a exposição O Mundo de Tim Burton, que está atualmente em cartaz no MIS de São Paulo, deverá seguir para o Rio em 2017.
Ainda não foram divulgados os detalhes, mas no meio deste mês de março o Ministério da Cultura tinha autorizado a captação de R$ 7,9 milhões para o projeto da exposição em Brasília e no Rio.
Ainda não foram divulgados os detalhes, mas no meio deste mês de março o Ministério da Cultura tinha autorizado a captação de R$ 7,9 milhões para o projeto da exposição em Brasília e no Rio.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Vencedor do Concurso Cultural promovido pelo MIS
Carlos Vinícius Lima é o vencedor do Concurso Cultural Tim Burton do MIS, na categoria Desenho.
Abaixo, o desenho escolhido.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Vencedores do Concurso Cultural promovido pelo MIS
Barbara Moschen e Daniel Ferreira são os vencedores do Concurso Cultural Tim Burton do MIS, na categoria Vídeo.
Abaixo, confira os videos vencedores.
O MUNDO DE TIM BURTON from Daniel Ferreira on Vimeo.
Foto: Letícia Godoy / MIS
Em passagem pelo Brasil, Tim Burton falou sobre a carreira e a vida pessoal
Em sua estadia pelo país, o cineasta falou sobre a exposição, a carreira e depoimentos pessoais à imprensa. Burton contou que nunca foi um bom desenhista quando trabalhou para os estúdios Disney, ainda jovem."As raposas que eu desenhava pareciam ter sido atropeladas por um carro", diz o diretor à Folha de S.Paulo. "Eles gritam 'venha', depois berram 'vá'. Então eu entro e saio." sobre como é sua relação com a Disney.
Ele afirma ter gostado da montagem brasileira da exposição, que traz algumas inovações desde sua primeira edição, em 2009, no Museu de Arte Moderna de Nova York. Uma delas é um escorregador para os visitantes descerem de um piso a outro. "Se a proposta é que a exposição seja algo como entrar na minha cabeça, deu certo. Porque criaram um lugar em que eu gosto de estar." A mostra passa por sentimentos como terror, alegria, felicidade, melancolia. "É isso que nos faz humanos, não é?", ele diz. “Me sinto como um fantasma que olha para toda a sua vida, o que é um pouco estranho, mas a apresentação é tão bela que me sinto feliz. É como uma casa de diversões bizarra! Sinto-me mais confortável do que se fossem apenas quadros pendurados na parede”, elogia. “A maior parte daqueles objetos nunca foram feitos para serem vistos... Mas são parte de um processo criativo. Minha maior recompensa foi ver pessoas se inspirando para desenhar a criar, mesmo sem se considerarem grandes artistas”.
Questionado sobre qual emoção definiria sua vida naquele momento, já que o foco da exposição eram os sentimentos, ele respondeu “medo”, mas logo desconversou.
Sobre uma das mais curiosas partes da mostra, que é a grande coleção de desenhos em guardanapos de papel, ele teoriza. "Quando era jovem, desenhava em qualquer lugar, no shopping. Mas depois preferi ter mais privacidade. Então num bar, escuro, com pouca gente, é bom para desenhar. Mas é um sinal de que eu passo muito tempo em bares, não?", brinca. "Não gosto de me sentir exposto."
Burton chama a sala dedicada a seus projetos que não foram desenvolvidos, outra novidade na versão brasileira, de "a mais triste de todas". Mas admite que não planeja seus trabalhos com antecedência.
"Não me lembrava de parte dessas peças. Mas é tudo muito pessoal. E, por isso, o início da exposição, em Nova York, tenha sido tão aterrorizante.Começo a desenhar sem saber se vai sair dali um personagem novo."
Com alguns filmes em preto e branco no currículo, ele ri diante da pergunta do repórter sobre se ele sonha em preto e branco ou em cores. "Sonho muito com cães. E esses cães aparecem sempre em preto e branco, é uma verdade."
Diretor de refilmagens, Burton acha que trabalhar com algo que já existe, como um filme antigo ou um livro, é seu maior desafio. "Todos têm sua visão preconcebida da história, e dificilmente vai ser parecida com a minha", diz.
"Certa vez, um dos meus vizinhos chamou a polícia, porque achou que eu era um assassino perambulando pela vizinhança, mas sempre me vi como esse cientista louco. Amo Frankenstein e coisas assim. Acho que, por isso, gosto de fazer filmes em stop motion, porque é algo meio digno de um cientista maluco, mesmo, algo que não existe mais, mas você segue ali, montando quadro por quadro, para fazer as coisas se moverem na tela." conta sobre sua infância em Burbank. "De alguma forma, esses filmes nunca me assustaram. O que me assustava, quando criança, era a vida real. Era ir para a escola, meus pais, meus parentes. Isso, para mim, era aterrorizante." Além de Ray Harryhausen, pioneiro na técnica, está entre suas referências, o trabalho de Zé do Caixão (Coffin Joe) "Não assisto a seus filmes há muito tempo, mas já assisti muitos. Assisto a vários desses filmes estranhos. Não gosto daqueles filmes que as pessoas consideram ótimos. Gosto de trash, como esses que eu faço." É um fã assumido de filmes de terror, embora não se veja fazendo um. "É, não sei se conseguiria fazer um filme de terror"
Sobre uma possível continuação de 'Beetlejuice', o diretor respondeu “Ele é um personagem que eu amo muito e é uma daquelas coisas que, se parecer certo, eu farei. Mas, se for para ser feito, terá que ser feito direito”.
Sobre a falta de artistas negros representados no Oscar, o cineasta rebate "O Oscar não é um prêmio que engloba a todos. Isso tudo...não é grande coisa. Eu odeio o prêmio. Odeio essas premiações. Os negros deveriam ficar felizes, porque assim não precisam ir para aquela merda"
Sobre a desigualdade salarial entre homens e mulheres em Hollywood, o diretor acredita que isso deveria ser algo simples. "Não tenho respostas para isso, porque, para mim, isso não faz sentido. Não penso desta forma, não deveria haver nenhum problema (para se pagar igualitariamente). É um dos mistérios da vida... Todos deveriam ser pagos igualmente, eu acho. Por que não seriam? É ridículo".
"Me sinto mais confortável aqui no Brasil do que no meu país. Aqui, as pessoas se expressam mais. Me sinto em casa. E olha que só estou há 2 dias", revelou o diretor sobre os dias que passou aqui. “O Brasil tem uma cultura tão artística, me surpreendi o tempo todo. Em Burbank, de onde venho, a cultura é muito mais rígida... Eu tive sorte de conseguir me expressar, de desenhar, mas, aqui, todas as pessoas conseguem se expressar. Ver um povo tão aberto e criativo é algo que significa muito para mim”. O cineasta também atendeu um grupo de jovens na praia de Ipanema, com fotos e pagou uma rodada de mate para eles e passou parte da tarde por ali, entre mergulhos e degustação de clássicos da gastronomia das areias do Rio, como queijo coalho, empada praiana e açaí. Na saída da praia, com a dificuldade para conseguir um táxi por causa dos blocos de Carnaval na zona sul da cidade, Tim não se importou e, pegou um ônibus para voltar ao hotel. Na manhã da quarta-feira (10), o diretor foi conhecer a favela da Rocinha. O almoço custou R$ 12 e foi em uma comunidade.
Ele afirma ter gostado da montagem brasileira da exposição, que traz algumas inovações desde sua primeira edição, em 2009, no Museu de Arte Moderna de Nova York. Uma delas é um escorregador para os visitantes descerem de um piso a outro. "Se a proposta é que a exposição seja algo como entrar na minha cabeça, deu certo. Porque criaram um lugar em que eu gosto de estar." A mostra passa por sentimentos como terror, alegria, felicidade, melancolia. "É isso que nos faz humanos, não é?", ele diz. “Me sinto como um fantasma que olha para toda a sua vida, o que é um pouco estranho, mas a apresentação é tão bela que me sinto feliz. É como uma casa de diversões bizarra! Sinto-me mais confortável do que se fossem apenas quadros pendurados na parede”, elogia. “A maior parte daqueles objetos nunca foram feitos para serem vistos... Mas são parte de um processo criativo. Minha maior recompensa foi ver pessoas se inspirando para desenhar a criar, mesmo sem se considerarem grandes artistas”.
Questionado sobre qual emoção definiria sua vida naquele momento, já que o foco da exposição eram os sentimentos, ele respondeu “medo”, mas logo desconversou.
Sobre uma das mais curiosas partes da mostra, que é a grande coleção de desenhos em guardanapos de papel, ele teoriza. "Quando era jovem, desenhava em qualquer lugar, no shopping. Mas depois preferi ter mais privacidade. Então num bar, escuro, com pouca gente, é bom para desenhar. Mas é um sinal de que eu passo muito tempo em bares, não?", brinca. "Não gosto de me sentir exposto."
Burton chama a sala dedicada a seus projetos que não foram desenvolvidos, outra novidade na versão brasileira, de "a mais triste de todas". Mas admite que não planeja seus trabalhos com antecedência.
"Não me lembrava de parte dessas peças. Mas é tudo muito pessoal. E, por isso, o início da exposição, em Nova York, tenha sido tão aterrorizante.Começo a desenhar sem saber se vai sair dali um personagem novo."
Com alguns filmes em preto e branco no currículo, ele ri diante da pergunta do repórter sobre se ele sonha em preto e branco ou em cores. "Sonho muito com cães. E esses cães aparecem sempre em preto e branco, é uma verdade."
Diretor de refilmagens, Burton acha que trabalhar com algo que já existe, como um filme antigo ou um livro, é seu maior desafio. "Todos têm sua visão preconcebida da história, e dificilmente vai ser parecida com a minha", diz.
"Certa vez, um dos meus vizinhos chamou a polícia, porque achou que eu era um assassino perambulando pela vizinhança, mas sempre me vi como esse cientista louco. Amo Frankenstein e coisas assim. Acho que, por isso, gosto de fazer filmes em stop motion, porque é algo meio digno de um cientista maluco, mesmo, algo que não existe mais, mas você segue ali, montando quadro por quadro, para fazer as coisas se moverem na tela." conta sobre sua infância em Burbank. "De alguma forma, esses filmes nunca me assustaram. O que me assustava, quando criança, era a vida real. Era ir para a escola, meus pais, meus parentes. Isso, para mim, era aterrorizante." Além de Ray Harryhausen, pioneiro na técnica, está entre suas referências, o trabalho de Zé do Caixão (Coffin Joe) "Não assisto a seus filmes há muito tempo, mas já assisti muitos. Assisto a vários desses filmes estranhos. Não gosto daqueles filmes que as pessoas consideram ótimos. Gosto de trash, como esses que eu faço." É um fã assumido de filmes de terror, embora não se veja fazendo um. "É, não sei se conseguiria fazer um filme de terror"
Sobre uma possível continuação de 'Beetlejuice', o diretor respondeu “Ele é um personagem que eu amo muito e é uma daquelas coisas que, se parecer certo, eu farei. Mas, se for para ser feito, terá que ser feito direito”.
Sobre a falta de artistas negros representados no Oscar, o cineasta rebate "O Oscar não é um prêmio que engloba a todos. Isso tudo...não é grande coisa. Eu odeio o prêmio. Odeio essas premiações. Os negros deveriam ficar felizes, porque assim não precisam ir para aquela merda"
Sobre a desigualdade salarial entre homens e mulheres em Hollywood, o diretor acredita que isso deveria ser algo simples. "Não tenho respostas para isso, porque, para mim, isso não faz sentido. Não penso desta forma, não deveria haver nenhum problema (para se pagar igualitariamente). É um dos mistérios da vida... Todos deveriam ser pagos igualmente, eu acho. Por que não seriam? É ridículo".
"Me sinto mais confortável aqui no Brasil do que no meu país. Aqui, as pessoas se expressam mais. Me sinto em casa. E olha que só estou há 2 dias", revelou o diretor sobre os dias que passou aqui. “O Brasil tem uma cultura tão artística, me surpreendi o tempo todo. Em Burbank, de onde venho, a cultura é muito mais rígida... Eu tive sorte de conseguir me expressar, de desenhar, mas, aqui, todas as pessoas conseguem se expressar. Ver um povo tão aberto e criativo é algo que significa muito para mim”. O cineasta também atendeu um grupo de jovens na praia de Ipanema, com fotos e pagou uma rodada de mate para eles e passou parte da tarde por ali, entre mergulhos e degustação de clássicos da gastronomia das areias do Rio, como queijo coalho, empada praiana e açaí. Na saída da praia, com a dificuldade para conseguir um táxi por causa dos blocos de Carnaval na zona sul da cidade, Tim não se importou e, pegou um ônibus para voltar ao hotel. Na manhã da quarta-feira (10), o diretor foi conhecer a favela da Rocinha. O almoço custou R$ 12 e foi em uma comunidade.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Concurso Cultural promovido pelo MIS
Para divulgação da exposição do Mundo de Tim Burton, o Museu de Imagem e Som (MIS) de São Paulo realizou diversos concursos e sorteios para os fãs. Mas devido à mal entendidos e desorganização, os fãs se mostraram bastante indignados com a equipe do museu.
O primeiro concurso foi dividido em duas categorias: desenho e vídeo. Para participar, o candidato deveria criar uma obra que seguisse o tema "O Mundo de Tim Burton". Estava aberto a criação de novos personagens, assim como o uso de diferentes técnicas.
Entre os dez finalistas de ambas as categorias, o diretor irá selecionar seu favorito. Abaixo, confira a lista dos sortudos.
Finalistas - Desenho
Carlos Vinícius Lima
Claudio Gomes
Éder Grassi
Heitor Pinheiro
Lucas Matias da Palma
Rafael Dornella
Rebecca Nitta
Rebeca Acco
Scarlett Moraes
Victor Grizzo Chaves
Finalistas - Vídeo
Barbara Moschen
Beatriz Bertolato Rodrigues
Carolina de Lima
Daniel Ferreira
Fabiana Fernandes
Isabelle de Oliveira Gonçalves
João Pedro Gottardo
Marcella Baeza Lasneaux
Marjorie Oliveira
Priscyla Ferreira
O primeiro concurso foi dividido em duas categorias: desenho e vídeo. Para participar, o candidato deveria criar uma obra que seguisse o tema "O Mundo de Tim Burton". Estava aberto a criação de novos personagens, assim como o uso de diferentes técnicas.
Entre os dez finalistas de ambas as categorias, o diretor irá selecionar seu favorito. Abaixo, confira a lista dos sortudos.
Finalistas - Desenho
Carlos Vinícius Lima
Claudio Gomes
Éder Grassi
Heitor Pinheiro
Lucas Matias da Palma
Rafael Dornella
Rebecca Nitta
Rebeca Acco
Scarlett Moraes
Victor Grizzo Chaves
Finalistas - Vídeo
Barbara Moschen
Beatriz Bertolato Rodrigues
Carolina de Lima
Daniel Ferreira
Fabiana Fernandes
Isabelle de Oliveira Gonçalves
João Pedro Gottardo
Marcella Baeza Lasneaux
Marjorie Oliveira
Priscyla Ferreira
O MIS divulgou o desenho do Rafael Dornella que está entre os finalistas. Parabéns Rafael!!!
Sessão de cinema e bate-papo com Tim Burton
Para participar do evento, os fãs deveriam responder a uma enquete criada pelo MIS e escolher seu longa de Tim Burton preferido até às 12h do dia 01.02. Após o encerramento da votação e contabilizado o filme vencedor, foram sorteadas 30 pessoas dentre aquelas que votaram no longa número um. Pela maioria (1321 votos), o filme mais votado foi "Edward Mãos de Tesoura".
Lista de Sorteados
Adna Ribeiro Cavalcante Costa
Deborah Tavares
Emerson Izidoro dos Santos
Jorge Augusto Rocha Ferreira da Silva
Jessica Sousa Flores de Oliveira
Weuler Philipe Moura Lopes
Barbara Moreira de Souza
Gustavo Antocheski Rodrigues
Daiana Cristina de Oliveira
Larissa Nunes Almeida
Wellington dos Santos Carvalho
Thatiane Marah Pimentel Colognese
Beatriz Mazuco Leonel
Ana Luiza Catupiry
Cíntia Cristina Aparecida do Carmo
Daniqueli Oliveira dos Santos
Philippe Henri Zoldan Hardardt
Gabrielle Mendes Rodrigues Salomão
Luciana Ferrari Bruzadin de Barros Ferreira
Thaynan Fernandes Batista
Elaine Graciele Baptista Gomes
Silvia Maria Torres
Daniella Assêncio
Camila Aparecida Franzoni
Sandra Regina Arantes
Jaqueline Leite da Silva Santos
Fabiano de Araujo Moreira
Paula Prata Dos Santos
Danielle Pessoa Cordeiro
Mayara Batista dos Santos
Deborah Tavares
Emerson Izidoro dos Santos
Jorge Augusto Rocha Ferreira da Silva
Jessica Sousa Flores de Oliveira
Weuler Philipe Moura Lopes
Barbara Moreira de Souza
Gustavo Antocheski Rodrigues
Daiana Cristina de Oliveira
Larissa Nunes Almeida
Wellington dos Santos Carvalho
Thatiane Marah Pimentel Colognese
Beatriz Mazuco Leonel
Ana Luiza Catupiry
Cíntia Cristina Aparecida do Carmo
Daniqueli Oliveira dos Santos
Philippe Henri Zoldan Hardardt
Gabrielle Mendes Rodrigues Salomão
Luciana Ferrari Bruzadin de Barros Ferreira
Thaynan Fernandes Batista
Elaine Graciele Baptista Gomes
Silvia Maria Torres
Daniella Assêncio
Camila Aparecida Franzoni
Sandra Regina Arantes
Jaqueline Leite da Silva Santos
Fabiano de Araujo Moreira
Paula Prata Dos Santos
Danielle Pessoa Cordeiro
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